Uma vida não questionada não merece ser vivida. Sócrates. Obrigado pela visita!!!! Deixe o seu comentário. PAZ E BEM!!!
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Apresentação de Seminários - 1ºs e 2º anos EM
Alunos do EMI Jardim Amanda apresentado seus trabalhos de filosofia : 1ºs anos - Ideologia e Desigualdade Social segundo Marx, 2ºs ano - Bioética.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Essa tal identidade
Acontece determinados momentos em nossas vidas que pensamos seguidores do caminho certo, que estamos nos
encontrando como pessoas e tomando algumas posições importantes em nossa existência,
de repente, sem nenhuma explicação lógica bate uma insegurança, um descontrole,
ou até mesmo sentimos um vazio dentro de nós sem nenhuma razão aparente .
Porque será que isso acontece?
É novamente essa tal de identidade batendo a nossa
porta, sim, isso mesmo, a nossa identidade em formação, às vezes, encontra
algumas encruzilhadas ao longo do caminho e isso trás para nós angústias,
medos, indefinições, afinal, o novo é algo que tem a tendência de mexer com a
nossa estrutura mais íntima.
Mas, afinal, o que essa tal de
identidade que tanto interfere na nossa trajetória de vida? Podemos definir
identidade como sendo o conjunto de
caracteres próprios e exclusivos com os quais se podem diferenciar pessoas,
animais, plantas e objetos inanimados uns dos outros, quer diante do conjunto
das diversidades, quer ante seus semelhantes. A minha identidade revela-me quem
eu sou, isto é, minhas qualidades, defeitos, emoções, personalidade, ideias,
etc.
Portanto,
para que a minha identidade tenha completude faz-se necessário que diversas
áreas da minha vida esteja de uma certa forma bem resolvida e é nesse momento
que algo tão simples pode se tornar extremamente complexo, afinal, como fazer
com que diferentes áreas da minha individualidade esteja sempre em harmonia?
Essa tarefa, considerada em um primeiro momento como algo fácil pode se revelar
dificil e complicado, afinal, nossos sentimentos são mutáveis de uma maneira
rápida o que interfere diretamente na nossa identidade.
Ter
identidade é saber se posicionar diante de determinadas situações de forma
madura e responsável, algumas atitudes revelam claramente que a pessoa está com
a sua identidade mal resolvida, isto é, está com falta de identidade plena. Exemplificamos
através de determinadas posturas: uma pessoa preconceituosa, um indivíduo que
acha cômico o sofrimento do outro, alguém excessivamente sentimental que chora
por qualquer motivo ou até mesmo sem uma causa aparente, pessoa que solicita
constante atenção sentindo-se abandonado pelas pessoas próximas, alguém “explosivo”
que vive brigando com todos por não ter a mínima paciência, pessoas que não
aceitam críticas por se sentirem “os donos da verdade”, estes são alguns
exemplos que revelam a falta de identidade.
Pessoas
com problemas em sua identidade terão dificuldades ao longo de sua vida,
afinal, se eu não me conheço como vou querer aproximar-me do outro, o que terei
de bom para oferecer a alguém, como irei expor minhas ideias e posicionar-me
diante do outro, enfim, se falta-me identidade como encontrarei sentido para a
minha vida?
Por
favor, participe do meu blog, deixe o seu comentário sobre este artigo.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Para refletir...
Na vida estamos constantemente tentando preencher um vazio sem ao menos procurar entende-la ou ao menos refletir qual é o SENTIDO da vida? E você, o que tem feito para preencher o vazio de sua
vida?
referencia: site filosofia hoje.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Ideologia - 1ºs anos
Preste atenção na tirinha abaixo e reflita sobre a seguinte questão: qual relação podemos fazer desta tirinha e as nossas aulas sobre o tema ideologia?
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Relacionamento pais e filhos
Quando você
entra na adolescência adquire uma nova visão de mundo; isso leva alguns anos e,
provavelmente, sua opinião sobre determinados assuntos será diferente da de
seus pais e outras pessoas.
É normal os
pais começarem a se assustar vendo “o filhinho”, “a filhinha” deles com vida
própria: saindo sozinho, namorando, etc.
O
conflito é inevitável.
Sabendo que o
conflito existe, saiba como administrá-lo de forma produtiva; há diferença
entre o seu conjunto de ideias e a de seus pais (e muitas outras pessoas) faz
parte da formação de uma personalidade madura e adulta porém, uma coisa é
defender seus pontos de vista, e outra é fazer pirraça. Eles também estão
aprendendo. Eles têm de saber como se relacionar com o novo você.
Encare esta
“administração de conflitos” com seus pais como um ensaio; durante toda a sua
vida você terá que administrar relacionamentos: com namorados (as), chefes,
colegas de trabalho, etc.

Pais
preocupados são pais que criam problemas. Faça de todo o possível para evitar
que eles se preocupem; quando eles pedirem que telefone ao chegar em algum
lugar, faça-o; nas primeiras vezes que você sair com seus amigos, volte no
horário que eles determinarem; você tem que conquistar a confiança deles para
que no futuro, poder negociar horários e condições mais flexíveis.
Primeiro
princípio materno e/ou paterno: só quero o bem do meu filho, só quero o bem da
minha filha.
Os pais também
são gente, muita gente (incluindo
adultos) comporta-se como se não fosse necessário respeitar seus pais
exatamente porque eles são...pais; algumas atitudes de adolescentes: “pai/mãe é
pra isso mesmo”, “foram eles que me puseram no mundo, eu não pedi para nascer”,
aprenda a respeitá-los de verdade; não apenas como “pais” mas como seres
humanos; pense: você quer ser respeitado. O que gosta que façam por você? O que
não gosta que façam com você? Use o mesmo princípio com seus pais.
Da
mesma forma que você não quer que invadam seu espaço, preserve o dos seus pais.
Segundo2º
princípio materno e/ou paterno: eu sei o que é melhor para ele, eu sei o que é
melhor para ela.
Semana que vem
outras reflexões serão feitas sobre este tema. Aguardem. Aguardamos o seu
comentário. Participem!!!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Ciúmes: prova de amor ou desrespeito?
Ciúme é um sentimento natural e vem acompanhado por atitudes que visam preservar o objeto de amor, é um elogio ao outro, um pouquinho de ciúmes significa que você valoriza a outra pessoa, que ela é importante em sua vida.
E quando nós somos as vítimas ou sofremos com este sentimento exagerado o que fazer? Colocar-se no lugar do outro, ou pedir ao companheiro que coloque-se em seu lugar a fim de imaginar como é a vida da pessoa que é vitima constante de acusações infundadas; reconhecer e admitir as suas qualidades e perceber que se elas não fossem encantadoras, o outro não teria motivos para estar com você; adquirir maior segurança (em si e no outro); se você é vitima de um ciumento (ou ciumenta) patológico, evite dar as explicações pedidas e permitir que o outro comande a sua vida, porque ao agir dessa forma, você está alimentando as crenças e imaginações e contribuindo para que elas se tornem reais para o outro. Procure ajuda ou denuncie o seu parceiro (ou parceira) caso você esteja sendo vítima de agressões físicas ou ameaças. Manter o diálogo sempre presente na relação; respeitar os sentimentos e as diferenças do outro; confie no seu (sua) parceiro (a) e controle o ímpeto de interrogá-lo (a) sobre onde e com quem está a cada cinco minutos; não justifique os seus ciúmes com fatos do passado que já foram esclarecidos; quando você sentir que a situação está saindo do seu controle, converse com uma pessoa discreta e de confiança sobre o que está acontecendo: um amigo, seus pais, seu tutor(a) da escola.
Pode ser encarado como um sinal de amor ou de desrespeito, depende de sua “dosagem”, na realidade ciúmes é como tudo na vida, se tiver pouco faz falta, se tiver demais “transborda”. O ciúme em exagero nada mais é do que um sinal de que a autoestima está em níveis baixos, sabemos que o ciúme passou do limite quando começa a provocar prejuízos na sua vida ou na vida das outras pessoas.
O ciúme em excesso pode se transformar em uma doença o qual denominamos ciúmes doentio ou patológico. Você percebe que entrou no nível de ciúmes patológico quando, por exemplo, perde tempo em seu estudo querendo saber por onde anda e o que sua cara metade está fazendo, liga o tempo todo para monitorar os passos dele (a), perde o sono por ciúmes, acorda no meio da noite pensando “o que será que ele (ela) está fazendo?”, ficar nervoso (a) quando não localizou seu namorado (a),quando a sua rotina é modificada por conta desse ciúme, quando não há provas concretas para tal desconfiança, não há indícios de que você pode estar sendo traído e ainda assim você sofre com a possibilidade de ser traído.
Para saber se o meu ciúme é exagerado você deve atentar-me nos seguintes fatos: veja se você tem necessidade de ter controle total sobre os sentimentos e comportamentos do companheiro (a). Você sofre por isto? Acaba tendo comportamentos de risco? Se você respondeu sim para uma dessas perguntas é provável que você seja um ciumento patológico.
Diversos fatores podem provocar o ciúme, tais como: ciúmes é como você “interpreta” a situação, não necessariamente se refere à fatos concretos. Percebemos que o ciúmes está exagerado quando a pessoa começa com comportamentos, digamos assim, ridículos; o seu pensamento, a sua interpretação de que o relacionamento está ameaçado quanto à estabilidade ou quanto à qualidade. Ou seja, ciúme aparece quando você acredita que seu relacionamento foi abalado e corre risco de terminar.
Algumas situações que podem causar ciúme: ver o (a) amado (a) conversando animadamente e feliz com uma pessoa desconhecida; quando a pessoa amada demora para chegar ao encontro marcado, e não se sabe onde ela está; em momentos em que o (a) companheiro (a) é muito elogiado (a) por outra pessoa; - no dia em que se descobre que o homem amado/ a mulher amada deu um presente bonito a outra mulher/homem; se o parceiro (a) está demonstrando algum tipo de conflito e fica em silêncio sem dizer o que sente.
E quando nós somos as vítimas ou sofremos com este sentimento exagerado o que fazer? Colocar-se no lugar do outro, ou pedir ao companheiro que coloque-se em seu lugar a fim de imaginar como é a vida da pessoa que é vitima constante de acusações infundadas; reconhecer e admitir as suas qualidades e perceber que se elas não fossem encantadoras, o outro não teria motivos para estar com você; adquirir maior segurança (em si e no outro); se você é vitima de um ciumento (ou ciumenta) patológico, evite dar as explicações pedidas e permitir que o outro comande a sua vida, porque ao agir dessa forma, você está alimentando as crenças e imaginações e contribuindo para que elas se tornem reais para o outro. Procure ajuda ou denuncie o seu parceiro (ou parceira) caso você esteja sendo vítima de agressões físicas ou ameaças. Manter o diálogo sempre presente na relação; respeitar os sentimentos e as diferenças do outro; confie no seu (sua) parceiro (a) e controle o ímpeto de interrogá-lo (a) sobre onde e com quem está a cada cinco minutos; não justifique os seus ciúmes com fatos do passado que já foram esclarecidos; quando você sentir que a situação está saindo do seu controle, converse com uma pessoa discreta e de confiança sobre o que está acontecendo: um amigo, seus pais, seu tutor(a) da escola.
Antes de terminar de ler este artigo faça uma análise pessoal. E você? Considera-se uma pessoa muito ciumenta? Convive com alguém que tem muito ciúme de você? De que maneira você lida com esta situação?
Deixe seu comentário no blog. Participe!!!
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